SHOWCASES MÚSICA MUNDO 2018

CONHECA OS PROJETOS SELECIONADOS PARA OS SHOWCASES MM2018:


Os showcases do Música Mundo são a vitrine artística do evento. Artistas novos e consagrados divulgam seus trabalhos musicais. Na plateia, programadores, produtores, distribuidores, jornalistas, críticos, entre outros profissionais da indústria da música. Trata-se de uma seleção que prioriza a criatividade e a diversidade de nossos músicos, aproximando-os de parceiros importantes e estratégicos.

  • Aiace

    Aiace - Salvador (BA/Brasil)

    domingo, 09 de setembro | 19h | Palco Museu

    aiace.com.br

    Aiace é membro da nova geração de cantores e compositores baianos. Formada em Canto Popular pela Universidade Federal da Bahia, é uma das fundadoras e vocal principal do Grupo Sertanília. Seu primeiro trabalho solo, intitulado Dentro Ali, foi lançado no último novembro e traz como convidados especiais Luiz Melodia e Lazzo Matumbi. Em seu álbum solo, ela apresenta uma linguagem urbana e contemporânea, usando elementos da música popular brasileira, jazz e pop & rock, não esquecendo as raízes ancestrais afro-baianas. Com o Sertanília, lançou em 2017 seu segundo álbum, Gratia, patrocinado pela Natura Musical. Ancestral, o primeiro disco do grupo, recebeu indicação como melhor grupo regional no Prêmio da Música Brasileira e Prêmio Dynamite como o melhor álbum regional. O Sertanília já fez apresentações no Brasil e na Europa, passando por Portugal, Festival Tensamba em Madri, Brazilian Summer Sessions Festival em Amsterdã e WOMEX14 em Santiago de Compostela.

  • Black Machine

    Black Machine - Belo Horizonte (MG/Brasil)

    sábado, 08 de setembro | 17h30 | Palco Rua

    blackmachine.show

    Formado em 2008 por veteranos da cena da música negra belo-horizontina, o Black Machine começou como um projeto paralelo de seus integrantes, que se reuniam para tocar clássicos do funk e soul. Hoje a banda está trabalhando em seu último compacto de 7 polegadas, com os singles Novidade e Ver Brilhar, preparando um novo LP e percorrendo várias comunidades de BH e região metropolitana com o projeto Black na Laje, que promove uma grande celebração à pluralidade e fusão de diversos estilos da música negra. Ao gravar e produzir artistas emergentes nas periferias por onde passa, o Black Machine contribui para promover a capacitação de artistas das comunidades que, em sua maioria, nunca tiveram um contato mais profissional com o ambiente musical. O intercâmbio com a banda possibilita experiências para que os convidados possam estruturar e gerenciar melhor suas carreiras.

  • Central Sistema de Som

    Central Sistema de Som

    sábado, 08 de setembro | 18h30 | Palco Rua

    centralsistemadesom.com

    Natural de Curitiba, a Central Sistema de Som representa, através da sua música, a miscigenação natural dos grandes centros urbanos. A banda traz como principais referências rítmicas o Funk dos anos 60 e 70, Afrobeat, Reggae Roots, Dub e, claro, a Música Popular Brasileira. Essa pesquisa de gêneros e sonoridades resulta em um Groove autêntico e contemporâneo. Na ativa desde 2009, já teve o privilégio de gravar um DVD ao vivo no Teatro Paiol com BNegão e Buguinha Dub; além de se apresentar no palco principal do Festival Psicodália com a lenda do soul e funk brasileiro, Gerson King Combo. Em 2018 a Central lança seu terceiro álbum de inéditas, que conta com uma faixa gravada no estúdio Observatório de Ecos no Rio de Janeiro e tem direção musical de Marcelo Yuka (ex-O Rappa).

  • Tuyo

    Dos Changos (Argentina)

    sábado, 08 de setembro | 19h | Palco Museu

    doschangos.bandcamp.com

    Um repertório de guitarra solista argentina e um set de percussão misto se unem para dar nascimento a Dos Changos. Seus dois integrantes, Nicolas Diaz e Germán Tito Sandoval, depois de se conhecerem estudando música na cidade de Buenos Aires, e de viajar a América Latina e Europa com outros projetos, voltam a cruzar-se no circuito cultural portenho em 2015. No ano seguinte, o duo grava uma demo e realiza suas primeiras apresentações ao vivo. Atualmente apresentam seu primeiro disco, Lado A, editado de maneira independente.

  • Funqquestra

    Funqquestra - Brasília (DF/Brasil)

    domingo, 09 de setembro | 17h30 | Palco Rua

    funqquestra.com

    Funqquestra é o encontro de diferentes influências em unidade, uma engrenagem de ritmos que inclui a diversão do funk, o improviso do jazz e a originalidade brasileira com a potência de uma orquestra de formação incomum: duas baterias que se somam aos sons da guitarra, baixo, sintetizadores e metais. Criada em 2012, pelo baterista Bruno Gafanhoto, a banda tocou em importantes palcos pelo Brasil e Estados Unidos e dividiu o palco com ícones como Sandra de Sá, Tó Brandileone, Carlos Malta e Nicolas Krassik.

  • 최고은 / Gonne Choi

    최고은 / Gonne Choi(Coreia do Sul)

    domingo, 09 de setembro | 20h | Palco Museu

    iamgonne.com/

    O colorido único de suas músicas vem das várias experiências musicais de sua juventude, quando aprendeu o instrumento tradicional coreano, o ga-ya-geum, e a música Pansori, além de ter sido o vocalista da banda de rock hardcore da faculdade. Essas experiências afetaram fortemente a música de Gonne, conferindo um espírito de diversidade que permite o cruzamento das fronteiras de gêneros, como rock, folk, jazz, contemporâneo, clássico, tradicional coreano e world music.

  • Grupo Ofó

    Grupo Ofó - Belo Horizonte (MG/Brasil)

    sábado, 08 de setembro | 17h | Palco Museu

    grupoofo.com.br

    Interpretando musicalmente a cultura das religiões de matriz africana, Candomblé e Umbanda, com o objetivo de divulgar um pouco dessa riqueza mística ambientada no Brasil pelos negros, o Grupo Ofó, criado em 2017, é constituído pelas cantoras Ayla Manso, Deni Perotti e Scheilla Sabino, a flautista Gabriela Franco, o violonista Felipe Coutinho, o guitarrista e arranjador Vítor Diniz, o baixista Davi Knispel, e os percussionistas Ébano Brandão, Luiz Heitor e Vinícius Schmit. Ofó vem se apresentando em shows que ultrapassam a música e adentram o universo cênico, com elementos dos rituais do Candomblé, contando a história do Orixás, da natureza e das forças que ligam o Aiyê (terra) ao Orum (céu). O nome Ofó tem origem na língua Iorubá e expressa a grandeza da palavra e seu papel enquanto ferramenta de encantamento nos seus rituais.

  • Höröyá

    Höröyá - São Paulo (SP/Brasil)

    sábado, 08 de setembro | 21h30 | Palco Rua

    grupohoroya.com/

    Höröyá é um grupo de música instrumental, da cidade de São Paulo, Brasil, composto por nove integrantes que tem como influência as culturas tradicionais de países do oeste africano — como Guiné, Mali e Senegal —, as diversas vertentes afro-brasileiras — como o samba e toques de candomblé —, o afrobeat da Nigéria e de Gana e a musicalidade afro norte-americana, como o funk e o jazz. A instrumentação segue a diversidade cultural das influências, com diversos timbres nas composições. Instrumentos tradicionais africanos como ngoni, dunun, djembe, balafon, krin, sabar e tama, soam junto com a brasilidade dos atabaques, berimbaus e cuíca e a contemporaneidade de guitarras, baixo, saxofones, trombones e trompetes. Assim, o grupo propõem uma nova musicalidade, resignificando origens e influências das matrizes africanas.

  • Josi Lopes

    Josi Lopes - Belo Horizonte (MG/Brasil)

    domingo, 09 de setembro | 18h | Palco Museu

    facebook.com/josilop

    Josi Lopes é uma mulher, negra e mineira que traz em seu trabalho cênico e musical as fortes referências de sua ancestralidade miscigenadas com as referências musicais contemporâneas: um hibridismo da música étnica com o cosmopolitismo. Gravou em 2016 o EP Essência do Tambor e se prepara para lançar o primeiro disco de carreira MOZAMBA, um aprofundamento dos congados mineiros no afrofuturismo. Em Essência do Tambor, ela revela suas canções autorais, músicas do EP e canções inéditas de compositoras e compositores da nova geração da MPB, além de releituras de clássicos de Marku Ribas, Milton Nascimento e Sérgio Pererê. Na sua carreira cênica, Josi é atriz de grandes musicais como Rei Leão, Ghost - O Musical, Alegria Alegria, entre outros.

  • Lorena Nunes

    Lorena Nunes - Fortaleza (CE/Brasil)

    sábado, 08 de setembro | 21h | Palco Museu

    lorenanunes.net

    Lorena Nunes é cantora, compositora e um dos nomes mais celebrados da nova música do Ceará. Filha de paraenses, nasceu no Rio e foi criada em Fortaleza. O lindo timbre de sua voz carrega a mistura típica do Brasil e reflete as cores da brasilidade que ela faz questão de entoar desde 2010. Do local para o global, a interpretação marcante de Lorena conduz o ouvinte entre arranjos cativantes e referências à música negra, como o soul da Motown, o reggae jamaicano, o afrobeat nigeriano e o jazz, tudo isso flertando com as diversas possibilidades do pop e da música brasileira. Ouvi dizer que lá faz sol é seu álbum de estreia, com repertório integralmente dedicado a compositores cearenses contemporâneos. O trabalho conta com a produção de nomes como Beto Villares (Céu), Yuri Kalil (Cidadão Instigado) e do multi-instrumentista Claudio Mendes para moldar a sonoridade que a cantora define como “afropop tropical”.

  • Lupa

    Lupa - Brasília (Distrito Federal/Brasil)

    domingo, 09 de setembro | 17h | Palco Museu

    facebook.com/bandalupa/

    Com seu disco de estreia, o Lupercália, os brasilienses da Lupa celebram a conquista de corações Brasil afora. Mais de 30 shows nos estados de São Paulo, Bahia, Goiás e Distrito Federal culminaram na escalação para o renomado festival Porão do Rock 2017 e mais recentemente se apresentando no festival Bananada 2018. Entusiasta da relação próxima e única com os fãs, a Lupa lota casas por onde passa e já dividiu palco com nomes como Tiago Iorc, Baiana System, Plutão Já Foi Planeta, Elza Soares, Vivendo do Ócio, Autoramas, Ego Kill Talent, Braza e Scalene.

  • Macaco Véi

    Macaco Véi - Governador Valadares (MG/Brasil)

    domingo, 09 de setembro | 16h30 | Palco Rua

    facebook.com/macacovei

    Banda mineira fundada em 2012, a Macaco Véi faz de sua sonoridade um caldeirão de ritmos dançantes, com referências da música brasileira nos estilos rock, soul, reggae. O grupo participou da Coletânea Prêmio Música das Minas Gerais em 2014 e 2015 e foi primeiro lugar em vários concursos e festivais, como o Concurso de Bandas Festival Ecologic ES 2013 e o Festival Independente Day 2016, em Ipatinga (MG) . Em 2017, lançou seu álbum de estréia, Selva de Pedra.

  • MALTA: Carolina Cohen e Maria Pacífico. (Part. Cláudia Manzo)

    MALTA: Carolina Cohen e Maria Pacífico, Part. Cláudia Manzo (Colômbia/Argentina)

    domingo, 09 de setembro | 21h | Palco Museu

    Vindas de diferentes países da América Latina, Carolina Cohen (Argentina) e Maria Pacífico (Colômbia) vão se encontrar pela primeira vez no palco em uma apresentação que reflete a essência da Rede M.A.L.T.A: reunir e convergir tendo o tambor como instrumento de conexão entre diferentes linguagens e expressões do universo feminino. A proposta é criar um momento inédito e transcender mais uma vez fronteiras geográficas e culturais. As percussionistas ainda terão como convidada a cantora Claudia Manzo (Chile), proporcionando uma fusão de suas histórias pessoais e pesquisas culturais e fortalecendo o intercâmbio musical e a rede de mulheres tamboreras da América Latina.

  • Naked

    Naked (Sérvia)

    sábado, 08 de setembro | 20h30 | Palco Rua

    naked.rs

    Naked é uma core-band colaborativa de ponta, com os pés firmemente enraizados na mistura única de grooves urbanos globais com sabores balcânicos, mundiais e pitadas de free-jazz. A mistura ferozmente corpulenta e nua da herança tradicional dos balcãs com swing e free-jazz é a trilha sonora da busca eterna da banda pela verdadeira identidade musical.

  • Namgar

    Namgar (Sibéria)

    domingo, 09 de setembro | 18h30 | Palco Rua

    facebook.com/namgarofficial

    A tradição buryat da Mongólia e os elementos modernos de rock e jazz se fundem e misturam com a voz assustadora de Namgar, a estrela da música buryat, acompanhada de instrumentos tradicionais e modernos que nos aproximam de seu grande estilo aberto e moderno.

  • Grupo Ofó

    Nath Rodrigues - Belo Horizonte (MG/Brasil)

    sábado, 08 de setembro | 18h | Palco Museu

    contatonathrodrigu.wixsite.com/nathrodrigues

    Nath Rodrigues é multi-instrumentista, cantora, compositora e investigadora das artes cênicas. A artista dedica o seu trabalho à música brasileira instrumental e cancioneira e à pesquisa de suas relações com o corpo em cena. Na fusão entre violino, berimbau e violão suas canções misturam diversas referências da música mundial. É acompanhada por Camila Rocha (baixo), Hadassa Amaral (Bateria) e Verônica Zanella (guitarra), uma formação que opera sensações musicais diversas do Brasil e do mundo.

  • Nijira

    Nijira - Belo Horizonte (MG/Brasil)

    sábado, 08 de setembro | 22h | Palco Museu

    Njira é uma palavra de origem africana que representa o início do caminho de possibilidades que se abrem a partir da encruzilhada. É movimento em evolução. A simbologia por trás do conceito traduz a trajetória particular de cada um dos cinco multiartistas que se encontraram na arte para formar o grupo musical que dá nome e concepção artística ao projeto. Sua principal fonte é o vasto campo das tradições afro-brasileiras. Se utilizam também de elementos da música africana, da diáspora africana, e da música indiana em suas composições, explorando instrumentos acústicos e elétricos.

  • Grupo Ofó

    Sol Bueno - Belo Horizonte (MG/Brasil)

    sábado, 08 de setembro | 20h | Palco Museu

    solbueno.com.br

    Cantora e compositora brasileira, de voz suave e marcante, Sol Bueno retrata em seu trabalho musical as sutilezas do universo da cultura popular. A voz é seu instrumento principal, mas também se apresenta com viola de 10 cordas e percussão. Em 2017, lançou o disco Poeira Dançante, contendo 13 faixas autorais, lançado em mais de 40 cidades de diversos estados do Brasil e no exterior e tendo sido bem recebido pela crítica especializada. Foi uma das duas brasileiras convidadas a integrar coletânea chilena em homenagem pelo centenário de Violeta Parra. Em 2018, é artista convidada no Brasil para anfitriar o Dándole Cuerda - Encontro Internacional de Cantautores, que receberá em agosto e setembro artistas de 9 países latino-americanos (Costa Rica, Nicarágua, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Chile, Argentina e Brasil) em Minas Gerais. A artista também integrará a coletânea deste trabalho que será apresentado posteriormente em todos os países integrantes.

  • Thee Legacy SA

    THEE Legacy SA (África do Sul)

    sábado, 08 de setembro | 19h30 | Palco Rua

    facebook.com/TheeLegacySA

    Having recently completed their self-titled debut album Thee Legacy, the group release their latest single Wena Wedwa, a follow up to their debut Sthandwa Sami which crowned them the Inaugural Winners of The Sing Off South Africa 2015. The Durban based accapella group categories their style of music as contemporary isicathamiya. Partnering with musical maestro Victory “Vix” Chauke from Music Craftman to create the remix of Wena Wedwa distinct R&B and afro beat sound style.

  • Tuyo

    Tuyo - Curitiba (PR/Brasil)

    domingo, 09 de setembro | 20h30 | Palco Rua

    oituyo.tumblr.com

    Tuyo é um trio de folk futurista que cria uma fusão entre o orgânico e o sintético num labirinto de voz, violão e beat. Com um som flutuante, letras existenciais e elementos lo-fi, a trinca de compositores paranaenses mescla o violão denso de Jean Machado com o trabalho vocal audacioso das irmãs Lilian e Layane Soares. Com uma produção consistente e carregada de identidade, Lilian, Layane e Jean trazem para a Tuyo a fluidez entre o antigo e o recente. Uma música que toca a alma e reverbera o encontro da violência com a elegância. Sem medo de sair da superfície, os artistas dialogam ora com a poesia da América Latina, ora com a ferocidade irônica que a vida exige.

  • Unión Latina

    Unión Latina - Belo Horizonte (MG/Brasil)

    domingo, 09 de setembro | 19h30 | Palco Rua

    facebook.com/bandaunionlatina

    A banda mineira Unión Latina há 13 anos vem desenvolvendo seu trabalho tendo como referência a diversidade musical da América Latina e apresentando este olhar nos shows e especialmente no mais recente trabalho autoral, o disco La Negra Tierra. A banda conta com 10 integrantes, entre músicos, bailarinos e atores profissionais de diferentes países latino-americanos como Cuba, Chile, Colômbia e Brasil, que se reuniram em Belo Horizonte com o objetivo de gerar um novo formato, para representar a integração cultural do continente utilizando ritmos e sons característicos como a salsa, o samba, o ijexá, o afro-beat, a guaracha, a cumbia, a timba, dentre outros.

Conheça o time que realizou a curadoria do MM este ano!

ANA MORENA (Natal)


Ana Morena atua como produtora cultural e baixista. É sócia e idealizadora do Combo Cultural DoSol, que há 15 anos envolve estúdio, centro cultural, produtora de vídeo e festival. Também é fundadora do Camarones Orquestra Guitarrística, banda que em 2017 comemora 10 anos de frenética atividade. Entre seus principais projetos e realizações estão o Festival DoSol, o Natal Instrumental, a Virada Cultural de Natal, a Incubadora DoSol e o Circuito Cultural Ribeira. Os eventos e projetos que idealiza são voltados para a formação de plateia e o fortalecimento da cena de música independente brasileira, mobilizando aparelhos culturais para que se tornem instrumentos de transformação social.

GABRIEL CAIXETA (Uberlândia)


Gabriel Caixeta "Bibi" é produtor cultural atuante em Uberlândia (MG) desde 2008. Dentre os projetos em que atuou na produção destaca-se: Festival Jambolada, Festival UDI Rock, Conexão Vivo e Arte na Praça. É o idealizador e fundador da Agência Timbre Cultural e do Festival Timbre, um dos principais festivais de música independente do estado de Minas Gerais, pertencendo a FBA (Festivais Brasileiros Associados). Além disso, é responsável pelo setor de Marketing da Rádio e TV Universitária de Uberlândia.

VIKI STYLE (Montevidéu)


Envolvida com música desde 2002, é referência do hip-hop no Uruguai. Sua trajetória ativa como rapper, b-girl, grafiteira, professora, gerente de workshop e gerente de eventos culturais a levou a receber o reconhecimento da Trajetória em 2014 e a oportunidade de participar como artista, concorrente, júri, palestrante e docente em diferentes eventos culturais, nacionais e internacionais na América do Sul, Central e Europa.

FABIOLA PAZMIÑO (Quito)


Estudou Comunicação na Pontifícia Universidade Católica do Equador. Mais tarde, mudou-se para Buenos Aires para iniciar seus estudos em Cinema. Atualmente trabalha como gerente de produção da Fundação Nacional do Teatro Sucre, de Quito, no Equador, onde produziu e participou de curadoria festivais, especialmente o Equador Jazz, com convidados como John Scofield, Cassandra Wilson, Emir Kusturica e The No Smoking Orchestra, Lenine, Screaming Headless Torsos, Blonde Redhead, Sharon Jones and The Dap-Kings, Squirell Nut Zippers, Joss Stone, Charles Bradley, Michel Camilo, Bill Frisell, Benjamim Taubkin, Toto La Momposina, Francisco el Hombre, Amadou et Marian, entre outras atrações. Liderou a produção global das óperas Suor Angelica, Gianni Schicchi, Elixir do Amor e Fausto, além dos musicais Sweeney Todd, West Side Story e Les Misérables. É co-fundadora do coletivo independente de gestão cultural HiloNegro e gerente dos grupos equatorianos Wañukta Tonic e Los Pescados.

ALAN WALLACE (Belo Horizonte)


Alan Wallace é guitarrista de uma das bandas mais conceituadas de Heavy Metal em Minas Gerais, a Eminence. Sua experiência no ramo musical inclui mais de 20 turnês internacionais, em 16 países. Também atua com produção musical, à frente do Eminence Studio, na cidade de Belo Horizonte.

FAÇA AGORA O SEU CREDENCIAMENTO PARA O MM 2018

Os artistas e projetos musicais credenciados no Música Mundo 2018 têm acesso exclusivo e completo ao evento: Rodadas de Negócios, Encontros Livres, Meet Ups, Encontros Noturnos e ao Festival de Showcases